Preacher - toda saga.

Sexta-feira, Agosto 8th, 2008

Esse sorriso de Cassidy resume bem o tom irônico de Preacher, a hq do padre que quer acertar as contas com Deus.

Eu havia prometido disponibilizar para download toda a série, e promessa é dívida.

Promessa cumprida.

Preacher é bela crítica, despretensiosa, mas ainda assim muito boa.

É uma crítica à hipocrisia, ao politicamente correto, ao “homem de bem”, a bobagem demagoga.

Faça o download aqui. Pra usar você precisa do CDisplay.

A disponibilização para download das HQs tem como fim maior a preservação e a fomentação dos quadrinhos entre os leitores brasileiros. Gostou da revista? COMPRA!

Eu gostei e quando pude($$)comprei! Contribuam para que mais obras dessas cheguem às nossas mãos e valorizem os artistas que as criaram.

Escondam os IPOD’s, deletem as MP3’s, excluam os animês!

Terça-feira, Julho 8th, 2008

É O APOCALIPSE DA INTERNET BRASILEIRA!

E o CAVALEIRO DO APOCALIPSE portando o estandarte da aniquilação é o senador EDUARDO AZEREDO(do nada surpreendentemente do PSDB-MG). Só pra refrescar a memória do pessoal, é aquele senador que iniciou o projeto de Valerioduto em Minas Gerais. Ah, essas coincidências…

Imagem do DigitalDrops.

Bem, eu sempre tive um pouco de medo de que uma lei dessas chegasse no Brasil.

Essa lei disfarçada de medida contra a pedofilia na verdade estará colocando o Brasil no mesmo, e deprimente, patamar dos EUA  e da França, que transformam a Cultura Livre que a Internet proporciona em uma fábrica de criminosos.

A lei vai obrigar todo servidor a delatar os usuários que fazerem trocas em sistemas P2P(peer-to-peer:emule,kazaa,torrents,etc.). Qualquer uso não-autorizado de uma obra com direitos autorais vira crime. Agora o interessante é, como os servidores vão fazer isso? Monitorando TODO conteúdo que seus usuários visitam. PORNOTUBE? Perdeu preyboy.

Baixou uma MP3?

CRIMINOSO.

Baixou uma história em quadrinhos?

CRIMINOSO.

Baixou um mangá?Um animê?Um filme?

CRIMINOSO.

Colocou no seu blog um trecho de um livro, de um filme que estava no youtube, de um dvd musical?

CRIMINOSO.

Lessig, advogado norte-americano, escreve há um bom tempo sobre as leis de direitos autorais nos Estados Unidos da América, e em seu livro “Cultura livre: como a grande mídia usa a tecnologia e a lei para bloquear a cultura e controlar a criatividade” ele mostra como os conglomerados de comunicação buscam cercear a liberdade criativa das pessoas, o acesso à cultura e a manifestação artística livre via leis como a proposta pelo senador Eduardo Azeredo.

Multas pesadíssimas são aplicadas às pessoas que fazem trocas de arquivos nos EUA - ao menos aos bodes expiatórios, já que são milhões de pessoas que o fazem, a RIIA(Recording Industry Association of América) usa algumas como exemplo.  As pessoas estão sendo multadas em quantias que terão que trabalhar o resto da vida pra pagar.

É simplesmente absurdo o que o senador mineiro propõe.

André Lemos, Sérgio Amadeu da Silveira e João Carlos Rebello Caribé criaram uma petição contra o projeto. Você pode assiná-la clicando aqui e ler a manifestação deles aqui.

No blog XOCENSURA foi proposta uma blogagem coletiva no dia 19 desse mês com manifestações contra a lei ou sobre qualquer assunto relacionado - à lei ou à cultura livre da web. Eu, certamente, irei participar.

Sites e blogs que eu já vi se manifestando sobre o projeto:
Digital Drops

Raquel Camargo

Samadeu

BoingBoing - em inglês

Raul Seixas

Google Discovery

Software Livre

A Nova Corja

Pedro Doria

Pedro Doria - Post após a aprovação do projeto

André Bernardi

Ladybug Brazil

Blosque

Jovem Nerd

De Luca

Omedi

30 e Alguns

Inovavox

Observatório de Imprensa

Ahomba

Pensamentos Randômicos

Renato Shirakashi

Opiumseed

Slashdot

Raquel Recuero

Silvio Meira

Eric Messa

Tiago Doria

Coisas de Jornal

Papo de Homem

Quem postar algo a respeito ou ver que alguém escreveu sobre, me avisa nos comentários que coloco o link aqui.

Valeu gente, espero que todos assinem a petição.

Amor é para os fracos.

Terça-feira, Dezembro 11th, 2007

Desde que eu me lembro, eu torcia para os vilões. Dos filmes, claro.

Todo mundo sabe que eles são muito mais interessantes, mas além disso havia algo mais.

Talvez fosse os seus objetivos, que sempre eram mais concretos que dos mocinhos: destruir o mundo X defender a justiça. Era muito mais fácil de compreender o que ele realmente queria, e nele ninguém mandava. Mas o mocinho…geralmente estava sempre manipulado por alguém e só descobria no final, e sempre se preocupando com coisas bestas, e pqp, porque sempre tinha que ter alguma mulher pra ele beijar no final?Aff.

Só que o que realmente me irritava era a forma como depois de passar 2 horas vendo o vilão maquinar tudo perfeitamente, agir de forma meticulosa para atingir seus objetivos, por alguma razão nada compreensível, ele se tornava um completo estúpido no fim e fazia tudo errado e entregava o jogo para o mocinho. Putz, ninguém merece.

Tudo bem, fazer o quê. Mas pelo menos eles tinham um belo motivo, o ódio. Fosse ódio pela humanidade, pela ex que deu um fora, pelo mocinho que sempre se dava bem ou mesmo de si mesmo. Era o ódio que os levava, excetuando o último momento, a sair do seu lugar comum e fazer planos extraordinários e executá-los de forma maestral.

Mas claro que eu, como o ser humano sensato que sou(UIAHIEUHEHEIHIEEHU!!!!) não concordava de verdade verdadeira  com a morte de pessoas, assaltos e etc. coordenados por esses vilões. Eu só gostava da forma como eles agiam quando o ódio os tomava. De forma muito mais interessante do que as ações abobadas motivadas pelo “amor”, compaixão e outros sentimentos cuti cuti dos mocinhos.

Tudo isso pra dizer que eu adoro a história Santo dos Assassinos de Garth Ennis.

santo-dos-assassinos.jpg

O Santo dos Assassinos é um personagem secundário da série Preacher, do mesmo autor.

Ele é, em suma, o anjo da morte. Na verdade, ele substituiu esse mesmo anjo no seu trabalho, recolher os mortos, já que o celestial estava entediado depois de tantos milênios fazendo a mesma coisa.

O nosso santo pistoleiro era um assassino também quando era vivo. Mas ele encontrou o amor(eca!), e construiu uma família isolado nas montanhas. Coisas não planejadas acontecem e ele acaba substituindo o anjo da morte. É muito uma bela história de um dos personagens mais intrigantes de Preacher, e eu realmente recomendo.

Você pode fazer o download da HQ clicando na imagem acima. Para ler você precisa do CDisplay.

(A Paz que eu não quero)

Domingo, Outubro 28th, 2007

Diminuiu um pouco agora meus trabalhos, então creio que terei mais tempo para escrever aqui. Peço desculpas a todos que vieram aqui, e encontraram esse canto desatualizado - mas creio que mesmo assim ainda tinha muito pano pra manga.

Nessa semana que passou o colunista do jornal Correio do Povo, Juremir Machado, escreveu que ele estava ali pra confundir. Que não era adpeto a extremismos, não era militante de esquerda nem da direita. Que defendia os vegetarianos com o mesmo fervor em que degustava uma picanha de churrasco.

Me fez refletir, mais uma vez, sobre as minhas razões: quanto mais o tempo passa, mais eu duvido. Acho que é isso que me dá impulso, a dúvida. Acredito, ou pelo menos gosto de pensar, que o que me move é o questionamento. Eu duvido de tudo, e todos. Nem sempre é o melhor a fazer, mas é assim que funciona comigo. 

Duvidar implica tentar ver as coisas de um jeito diferente, e eu gosto quando algo que está sacramentado é posto em xeque. Eu gosto quando um novo olhar é dado a histórias e estórias que tanto nos são contadas, e da mesma forma, que muitas vezes parecem ser do jeito que são naturalmente, que são dessa ou daquela forma, porque devem ser.

A vida não é assim.

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Por isso eu gosto da visão que Straczynski tem do mito do Super-Homem - e de todo sistema que gira em torno dele - em Poder Supremo.

Nos foi dito que o Super-Homem é o último sobrevivente de um planeta extinto, e que foi achado por um casal de fazendeiros que o criou com muito amor, carinho, compaixão, e todo o resto dos tradicionais valores norte-americanos.

As melhores coisas são feitas quando alguém pergunta: e se…?

E se o governo norte-americano tivesse tirado da mão desse casal a criança alienígena e a criado para se tornar a sua suprema arma de destruição via lavagem cerebral?

Mas, e se essa criança não fosse o último kryptoniano? E se não fosse um fugitivo da destruição iminente, e sim um agente de dominação?

E se…?

Quem tiver curiosidade, pode fazer o download no fórum do Rapadura Azucarada clicando na imagem. Tem que se registrar, mas vale a pena, porque lá você encontra o que imaginar em histórias em quadrinhos. Ultimamente tem sido minha fonte, recomendo mesmo.

Para ler os quadrinhos você precisa do CDisplay.

ps.: falando em olhar, recomendo o livro da jornalista gaúcha de Ijuí, Eliane Brum: A Vida que Ninguém Vê.Não é porque ela nasceu em Ijuí, cidade que nasci e ainda resido, mas o livro é muito bom mesmo. Pude conferir um bate-papo com ela aqui na UNIJUI e foi muito produtivo. Me pareceu uma pessoa inquieta, incomodada. Eu gosto disso.

Quadrinhos: Sin City

Quarta-feira, Outubro 10th, 2007

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No quadrinho: Sem razão nenhuma para fazer isso quieto. Sem razão para fazer isso de qualquer jeito que não seja o meu jeito.

A revolta foi apaziguada. Voltamos a programação (a)normal do blog.

Faz algum tempo que eu queria postar mais uma história em quadrinhos, e decide postar a primordial, a fundamental, aquela que me trouxe para esse viciante e incrível e colorido e lindo, OK PAREI!, mundo dos quadrinhos.

Não faz muito que eu comecei a ler quadrinhos, foi depois de ter visto o filme Sin City.

Me apaixonei. Eu sempre tive muita vontade de ler HQ’s: x-men e similares, mas achava que daria muito trabalho ir procurar na web e as revistas eram/são muito caras. Eu nem sabia da existência de coisas como Sin City, Sandman, Watchmen, V de Vingança e tantos outros.

Pra mim, Sin City de Frank Miller além de um marco na história do cinema foi um marco na história dos quadrinhos. Por quê? Eu aposto que muita gente agiu como eu e foi conhecer mais de quadrinhos após os filmes.

O pior de qualquer cidade está em Sin City. Não existem mocinhos, apenas pontos de vista. Quem é mais lobo-mau sobrevive, simples assim.

No mais, personagens como o Marv são impagáveis:

“Não tem como ficar calmo!Vai ser sangue por sangue!Os velhos tempos voltaram!Os tempos ruins!Os dias do tudo ou nada!Não tem saída e eu tô pronto pra Guerra!”

Clique na imagem ou aqui para fazer o download.

Para ler você precisa do CDisplay.

ps.: O Marv está na Cidade do Pecado.

Quadrinhos: V de Vingança

Sexta-feira, Setembro 28th, 2007

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V de Vingança é FODA!

Escrito por Alan Moore na já longe década de 1980, V de Vingança trata de um tema delicado de forma maestral.

A estória se passa na década de 1990, após uma guerra nuclear a nível global: a África e boa parte da Europa sumiram do mapa - do resto, não lembro de ter lido nada.

Após essa guerra várias facções lutam pelo poder numa Inglaterra caótica e devastada, e uma delas com características nazistas e absurdamentes anacrônicas toma o poder.

Negros, homossexuais, socialistas, comunistas, judeus, árabes, latinos - não importa, todos foram brutalmente assassinados durante a tomada do poder ou em campos de concentração. A referência à máquina de crueldade que Hitler pôs em funcionamento no começo do séc. XX é clara.

Um homem, um ditador controla tudo. Sua relação com o monstro que colocou em ação é de um amor doentio assustador; ele ama de forma esquizofrênica um poder absoluto. Chamam esse homem de o Grande Líder, que controla ainda o Destino, o Dedo, o Nariz, o Ouvido e os Olhos.

Também é facilmente reconhecida a referência ao Big Brother. As pessoas estão sendo constantemente vigiadas: suas vidas é o espetáculo no qual o Grande Líder decide tudo.

É nesse cenário que V, de Vingança, entra. Junto com Evey, uma garota de 16 anos que ele salva do estupro e da morte ele põe em prática todos delírios anarquistas: liberdade e verdade é o que ele quer, e ele fará o que for preciso para conseguir alcançar seus objetivos.

 Eu recomendo ler a história em quadrinhos que é muito mais densa e interessante que o filme, que ao invés de ter a política como foco norteador da estória, coloca o relacionamento de V com Evey no centro. Eu não gostei do filme por causa disso, mas enfim…se tiver trazido mais pessoas a leitura dos quadrinhos pra mim está bom.

É legal lembrar que na época que os quadrinhos foram escritos Margaret Tatcher estava entrando no seu terceiro mandato na Inglaterra e profetizava o resto do século como dos conservadores. De dar medo.

Faça o download clicando na imagem ou aqui.

Para ler você precisa do CDisplay.

ps.: vocês vão ver no arquivo para download da HQ o endereço do Sedentário: foi lá que eu achei os meus primeiros quadrinhos, por isso deixei o endereço como uma humilde homenagem.

e a morte…

Domingo, Setembro 23rd, 2007

A morte é algo fascinante.

Eu estou volta e meia pensando nela, e na maneira como as pessoas a encaram.

Tem gente que morre de medo, que não dá bola, que a ama, que a cultua e que a transcende. Eu, particularmente, simpatizo.

Você pode vê-la como um caveira ceifando almas e sentindo prazer ao ver nossa desgraça. Eu prefiro uma versão mais, hum, querida, quase aconchegante.

A Morte me parece muito mais um(a) amigo(a) que entende profundamene a alma humana, que sabe das nossas angústias e que ao contrário de nos levar para o frio mundo das trevas, nos faz um carinho e diz uma palavra bonita no final de tudo.

Ela não é humana, claro, mas nos compreende. Como a Morte de Neil Gaiman.

Ou como a narradora de a menina que roubava livros, do australiano Markus Zusak.

Eu me apaixonei por todos os personagens do livro. A Morte conta a estória de Liesel Meminger que perde seu irmão durante a guerra, e como se compensasse a perda dele, se torna uma roubadora de livros. Seu padrasto, Hans Hubermann é um personagem maravilhos, amável como só ele. Sua madrasta, Rosa Hubermann, bem, ela ama Liesel do seu jeito…

Ao ler o livro também conhecemos Max Vanderburg, um judeu fugindo dos nazistas e Rudy Steiner, melhor amigo de Liesel(por quem ele é apaixonado!).

Pra quem interessa, o livro é best-seller e está na lista dos mais vendidos há um tempão.

Pra quem acha que best-seller é sempre ruim e feito para as massas acostumados com Paulo Coelho, desconsidere e dê uma chance ao livro. É realmente muito bom, a maneira como a Morte é irônica e trata a narrativa com uma pitada de humor alivia o clima de perseguição da segunda guerra. A força que as palavras dão a Liesel é, no mínimo, uma bela lição.

HQ: Morte

Domingo, Agosto 5th, 2007

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créditos pela imagem: Sonhar.net

“É apenas isto: se você vai ser humano, tem um monte de coisas no pacote. Olhos, um coração, dias e vida. Mas são os momentos que iluminam tudo. O tempo que você não nota que está passando… é isso que faz o resto valer. (Morte dos Perpétuos)”

Ela é a irmã mais velha de Sonho dos Perpétuos, e era para ser uma coadjuvante nas histórias de Sandman. Com um humor muitas vezes irônico, um visual pra lá de diferente do “carrasco com uma manta e uma foice ceifando vidas sem piedade” e aquelas constatações óbvias - mas só depois que ela nos diz que parecem óbvias - Morte se tornou um dos personagens mais amados de Sandman.

Nossa amiga Morte - ela estava lá quando nascemos e estará lá quando morrermos, pra mim isso é uma grande amizade! - é uma garota simpática, amável e carinhosa, mesmo tendo uma tarefa vista como ingrata pela maioria das pessoas. Ela mostra que a Morte não é tão ruim assim, mas isso não significa que precisemos nos apressar para encontrá-la.

Ela se tornou tão querida entre os leitores que ganhou seus próprios livros:

Morte, O Preço da Vida descreve o encontro entre a perpétua e o adolescente Sexton Furnival. Quando encontra a Morte, Sexton está pensando em se suicidar, mas abandona temporariamente a idéia quando começa a acompanhá-la. A Morte não aparenta ser muito mais velha do que ele e ele a vê como uma garota de idéias extravagantes (em boa parte por não tentar esconder em nenhum momento que é a Morte). A trama se define com o aparecimento de Mad Hettie, uma mendiga que já está viva há mais de dois séculos e que pede à Morte que encontre seu coração perdido. E também há o Eremita, que quer aprisionar a Morte para que a vida seja eterna. (Essa idéia já estava presente na revista Sandman nº1, quando uma tentativa de capturar a Morte leva à prisão de Sonho em seu lugar). A mini-série retrata um período de vinte e quatro horas, especificamente o dia a cada cem anos que a Morte deve passar como mortal.

Morte, O Grande Momento da Vida conta a história da cantora lésbica Foxglove e de sua namorada Hazel. No passado Hazel fizera um trato com a Morte para evitar que seu filho Alvie morresse. A história começa a ser contada a partir do momento que a Morte volta para cobrar a dívida. Foxglove parte a procura de Hazel que está na companhia da Morte, angustiada pela morte recente de seu agente (e figura paterna) e pela necessidade de contar a namorada que não a ama mais.” Fonte aqui.

Eu, particularmente, sou fã de Morte, O Preço da Vida. Mostrar a um adolescente entediado que viver vale a pena não é tarefa pra qualquer um.

Está escrito que quando a última luz do Universo for apagada, ela estará lá para fechar a porta. Então não corra, ela vai estar te esperando.

Clique aqui ou na imagem para fazer o download.

Para ler os scans você precisa do CDisplay.