Roger, O Mercenário

ilho da puta é elogio.

O jogador Roger, que no começo do ano nenhum clube queria nem de graça, deixa o Imortal Tricolor para ir jogar no Catar durante 2 anos por 5 milhões de dólares. Ele recebia do Grêmio e Corinthians um total de 266 mil reais mensais. Se dividirmos o dinheiro que receberá no Catar dará um total de 333 mil reais por mês. Realmente precisava fazer isso?

O Grêmio o aceitou e ofereceu ao jogador o que ele nunca teve em sua vida, estabilidade.

No clube gaúcho Roger encontrou um ambiente saudável para se recuperar fisicamente e também socialmente: aqui desmanchou a idéia de fanfarrão. O futebol gaúcho transformou o jogador, e a sua carreira que muitos davam como encerrada decolou, tanto é que hoje está indo embora do Grêmio por milhões de dólares.

A indignação fica porque foi um golpe baixo sem mais nem menos. Ela existe pelas declarações de amor que o jogador dava ao Grêmio, a Porto Alegre e a torcida tricolor. Pela manhã, ídolo da torcida e exemplo de que todos merecem mais uma chance. No fim da tarde, comparado ao maior traidor que já pisou no estádio Olímpico, Ronaldinho Gaúcho.

O carioca Roger ainda tem a cara-de-pau de dizer que gostaria de ir para o Catar, avaliar durante 10 dias o clube árabe e se não gostar, voltar para o Grêmio.

Odone diz que se ele for, as portas do Olímpico estão fechadas para ele.

Com toda a razão, sem dúvida. O Grêmio perde um jogador muito importante, mas é muito maior do que ele, e mais, é muito maior do que o próprio jogador acha. Ele debocha do clube ao achar que pode ir e vir quando bem entende, como se o Grêmio que  talvez “merecesse”, talvez não, um jogador como ele.

Roger, que nunca mais apareça no Olímpico, TRAIDOR MERCENÁRIO MAU-CARÁTER!

E a direção gremista ainda mandou embora o Dos Santos…

4 Responses to “Roger, O Mercenário”

  1. Adao Braga Says:

    A direção do Gremio deveria ter atentado para isto, e posto restrinções contratuais, agora, não adianta chorar o leite derramado

  2. augustoyoh Says:

    Na real, se colocasse restrições desse tipo, iria ter que arcar com todo o salário dele, que era de 260 mil: inviável.

    A questão não é ele ter saído, é a maneira como foi, especialmente depois de todas as declarações que ele dava sobre o Grêmio, a torcida, a cidade…

    Sair assim, 2 dias antes de um jogo, sem nenhum comunicado de que estava negociando?
    é foda viu.

  3. tina oitcica harris Says:

    Por essas e outras é que o futebol brasileiro está devendo aos torcedores brasileiros, seja no Escrete Nacional, seja nos clubes, atuações acima do valor das chuteiras de salto alto.

    Lamento a situação porque gosto do Grêmio. E gosto de futebol. Fiquei com pena do Fluminense, até.

  4. Beth Says:

    Pois é…estou com Adão e não abro. De qualquer forma, os clubes sempre sobrevivem aos seus jogadores.

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